
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Lua Negra
Amo demais que até ferida brota
na cálida, escondida lua negra
dos meus delírios (dor que desintegra
calma desnuda em chuva de gaivota).
Os olhos choram mares, geram grotas,
fabricam densa nuvem que se integra
ao corpo equivocado pela entrega
sofrida num adeus desfeito em gotas.
Amo demais, eu sei, mas o que faço
se de outro jeito não conheço o amor?
A minha sina é nunca combater
o que me atrai e gera descompasso.
Se por um lado existe o dissabor,
tenho da vida a flor que vi nascer.
Márcia Sanchez Luz - O Imaginário
na cálida, escondida lua negra
dos meus delírios (dor que desintegra
calma desnuda em chuva de gaivota).
Os olhos choram mares, geram grotas,
fabricam densa nuvem que se integra
ao corpo equivocado pela entrega
sofrida num adeus desfeito em gotas.
Amo demais, eu sei, mas o que faço
se de outro jeito não conheço o amor?
A minha sina é nunca combater
o que me atrai e gera descompasso.
Se por um lado existe o dissabor,
tenho da vida a flor que vi nascer.
Márcia Sanchez Luz - O Imaginário
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Podendo, muito!
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Gramado
Esta é da Gília, em Gramado, dia 5.
A noite cobre devagar
o tempo.
O fogo do céu queima
lembranças.
A sombra se rende
à saudade
que reina em dor
e silencios.
Ausência é um estar em ti
quando a noite cobre
devagar
os passos que ficaram
ao relento.
Os pedaços de azul
que sobraram
perdidos no céu
são como vozes
eternas
rios de esperança
na incerteza
de cada manhã.
Viver
Respeito o passado,
mas quero futuro.
O tanto que me couber do que virá.
A vida passará, sem ressentimentos.
Viver sempre valerá a pena
se a alma tiver lugar
para o perdão e o amor.
mas quero futuro.
O tanto que me couber do que virá.
A vida passará, sem ressentimentos.
Viver sempre valerá a pena
se a alma tiver lugar
para o perdão e o amor.
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